Blog DRWeidman


 

1 DE ABRIL DE 2012

Os “Democratas de Ontem”

Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Por Hiram Reis e Silva

"As ações armadas da esquerda brasileira não devem ser mitificadas. Nem para um lado nem para o outro. Eu não compartilho da lenda de que no final dos anos 60 e no início dos 70 (inclusive eu) fomos o braço armado de uma resistência democrática. Acho isso um mito surgido durante a campanha da anistia. Ao longo do processo de radicalização iniciado em 1961, o projeto das organizações de esquerda que defendiam a luta armada era revolucionário, ofensivo e ditatorial. Pretendia-se implantar uma ditadura revolucionária. Não existe um só documento dessas organizações em que elas se apresentassem como instrumento da resistência democrática".

(Daniel Aarão Reis Filho, ex-guerrilheiro do MR8 - O Globo, 23.09.2001)

Guerrilheiros da “Liberdade” - O ato de “reescrever a história” não é um fato novo na biografia da humanidade e muito menos privilégio dos brasileiros. Quantas vezes foi usado para melhorar a auto-estima de um povo em relação às suas conquistas e glórias maximizando-as e dando-lhes um colorido simpático e atraente. Infelizmente, quando certos ParTidos com tendências totalitárias estendem seus tentáculos pelos tortuosos meandros do poder há um propósito claro de reescrever a história omitindo aquilo que não lhes é conveniente e usando de ardis de toda a ordem para mascarar desvios de conduta e atrocidades ou transformar antônimos em sinônimos - totalitarismo em democracia.

O chavão “nunca antes na história deste país” empregado com frequência por alguns alienados encastelados no poder da República reflete apenas sua tentativa de menosprezar o passado. Ao negar as conquistas realizadas pelos seus antecessores, apoderando-se de programas iniciados em outros governos, olvidam o trabalho incansável das gerações que os antecederam. Seria menosprezar o trabalho de nossos pais e avós, desconsiderar as belas páginas da história gravadas “Ad æternum” pelos nossos heróis. Acreditamos que as imagens tenham mais força que as palavras em um país onde se cultua a ignorância e se faz proselitismo da alienação, por isso, disponibilizo os dois “links” abaixo para aqueles que querem conhecer a real história do seu país.

Veja os Vídeos: 

Revolução de 1964

http://www.youtube.com/watch?v=UeXIrPc_O8o&feature=youtu.be 

Brasil, Guerrilha e Terror

http://www.youtube.com/watch?v=-ow8bwE3fhw


Hiram Reis e Silva, Coronel de Engenharia, é Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA); Canoísta; Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS); Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional. Autor do livro “Desafiando o Rio–Mar – Descendo o Solimões” está sendo comercializado, em Porto Alegre, na Livraria EDIPUCRS – PUCRS, na rede da Livraria Cultura (http://www.livrariacultura.com.br) e na Associação dos Amigos do Casarão da Várzea (AACV) – Colégio Militar de Porto Alegre. Site:http://www.amazoniaenossaselva.com.br/ - E–mail: hiramrs@terra.com.br - Blog:http://www.desafiandooriomar.blogspot.com/

Fonte: http://www.alertatotal.net/2012/04/os-democratas-de-ontem.html

 



Escrito por drweidman às 22h03
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PT centra fogo em Demóstenes, mas esquece que Cachoeira fez currículo na Casa Civil, com o aval de Dirceu

Esticando a corda – O escândalo capitaneado por Carlos Augusto Ramos, oCarlinhos Cachoeira, e que envolve o senador Demóstenes Torres (sem partido – GO) não deve acabar tão cedo, se o final depender do desejo do Partido dos Trabalhadores e do Palácio do Planalto.

Com petistas “cinco estrelas” cobrando punição exemplar aos investigados pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo, o assunto parece ser o maior caso de corrupção de todos os tempos. Os culpados devem enfrentar as garras da lei, sim, mas enquanto a culpa for reconhecida pela Justiça nada pode ser feito pela sociedade, a não ser se entregar à indignação. Quando o ucho.info afirma que política é negócio dos bons e exclusividade de ínfima minoria, muitos são os políticos que torcem o nariz, mas vez por outra algum imbróglio surge no horizonte para ratificar a nossa tese.

A indignação popular diante de mais um escândalo é absolutamente justa, mas não pode tomar proporções descomunais a ponto de ofuscar a corrupção que grassa nas entranhas do governo do PT e que cresceu de forma assustadora desde a chegada de Lula ao poder. O oportunismo é figura constante no cenário político, mas não se pode esquecer que Carlinhos Cachoeira foi coadjuvante do primeiro escândalo de corrupção da era Lula da Silva, em conluio com Valdomiro Diniz e o endosso de José Dirceu de Oliveira e Silva, então chefe da Casa Civil.

Ou seja, os petistas que recolham as armas, pois tiro pela culatra é algo absolutamente possível quando quem as empunha é um franco atirador.

 

http://ucho.info/pt-centra-fogo-em-demostenes-mas-esquece-que-cachoeira-fez-curriculo-na-casa-civil-com-o-aval-de-dirceu

 



Escrito por drweidman às 21h16
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PT centra fogo em Demóstenes, mas esquece que Cachoeira fez currículo na Casa Civil, com o aval de Dirceu

Esticando a corda – O escândalo capitaneado por Carlos Augusto Ramos, oCarlinhos Cachoeira, e que envolve o senador Demóstenes Torres (sem partido – GO) não deve acabar tão cedo, se o final depender do desejo do Partido dos Trabalhadores e do Palácio do Planalto.

Com petistas “cinco estrelas” cobrando punição exemplar aos investigados pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo, o assunto parece ser o maior caso de corrupção de todos os tempos. Os culpados devem enfrentar as garras da lei, sim, mas enquanto a culpa for reconhecida pela Justiça nada pode ser feito pela sociedade, a não ser se entregar à indignação. Quando o ucho.info afirma que política é negócio dos bons e exclusividade de ínfima minoria, muitos são os políticos que torcem o nariz, mas vez por outra algum imbróglio surge no horizonte para ratificar a nossa tese.

A indignação popular diante de mais um escândalo é absolutamente justa, mas não pode tomar proporções descomunais a ponto de ofuscar a corrupção que grassa nas entranhas do governo do PT e que cresceu de forma assustadora desde a chegada de Lula ao poder. O oportunismo é figura constante no cenário político, mas não se pode esquecer que Carlinhos Cachoeira foi coadjuvante do primeiro escândalo de corrupção da era Lula da Silva, em conluio com Valdomiro Diniz e o endosso de José Dirceu de Oliveira e Silva, então chefe da Casa Civil.

Ou seja, os petistas que recolham as armas, pois tiro pela culatra é algo absolutamente possível quando quem as empunha é um franco atirador.

 

http://ucho.info/pt-centra-fogo-em-demostenes-mas-esquece-que-cachoeira-fez-curriculo-na-casa-civil-com-o-aval-de-dirceu

 



Escrito por drweidman às 21h16
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o TEXTO ABAIXO É DO MEU AMIGO ANDRE BRANDALISE E PUBLICADO EM SEU BLOG. 

 

3 DE ABRIL DE 2012

De alguma forma a história se repete


O que escrevo agora é sem preconceito, apesar de não gostar de nenhumas das personalidades políticas a serem citadas.

Quando ocorreu a Revolução Russa havia uma pessoa que conseguia unir todos os grupos que se mobilizaram para que o proletariado tomasse o poder: Lenin. Ele era aclamado no partido, a população o olhava com esperança e admiração. Sabia o que e como falar, era um inspirador das massas e dos intelectuais, ainda que não fosse simpático, engraçado ou sorridente.

Claro, trazia um discurso de mudanças drásticas (sair do czarismo para um governo do povo) que mexia com todos na Rússia. Mas com o tempo logo viu que não teria como criar este novo governo se não fosse pela força, e aquela esperança de uma Rússia nova e melhor foi sendo destruída por uma dura realidade imposta.

Interessante que muitos acreditavam que quem assumiria o poder seria Trotsky, mas este abriu mão desta possibilidade pela sua linhagem judia (o que poderia trazer problemas diante de uma Europa antisemitista) e porque Lenin seria o mais adequado naquele momento.

Quando Lenin morreu se esperava que Trotsky assumisse ... mas a escolha foi por Stalin, que governou com uma mão de ferro pior que a de Lenin. O número de mortes durante seu governo foi altíssimo, e não era necessário ter motivos para isso.

Ok, agora chego ao ponto complicado do texto ... onde a história se repete.

Primeiro vamos deixar claro que a nesta comparação se deve guardar as devidas proporções: o passado sangrento e ditatorial do início da URSS não tem nenhuma relação com o estado democrático de direito que vive o Brasil.

No entanto, também temos o nosso Lenin: Lula. Assim como o careca russo, o barbudo brasileiro consegue unir todos os setores do PT, sabia (e ainda sabe) o que e como falar. Vinha com um discurso de mudanças (sair de um governo dos ricos e poderosos para um governo do povo), e claro que a palavra "mudança" fez toda a diferença naquele momento. Lula conseguia unir o povo e os intelectuais, e ao contrário do careca russo, era simpático, engraçado e sorridente.

Só que não teve tanta mudança assim. A política econômica era a mesma de antes, saúde e segurança a mesma porcaria (igual a antes), vários escândalos de corrupção (igual a antes), mas assim como o comunismo implantado na Rússia pelo careca, se buscou dar igualdade de condições a todos diante de ações custeadas pelo Estado (bolsa família, etc.).

Durante todo o governo Lula havia aquela conversa: quem vai ser o sucessor??? O primeiro nome era de Antonio Palocci, que era respeitado até por setores da oposição ... mas escândalos de corrupção acabaram com qualquer possibilidade dele ser o herdeiro do trono. Então começou a se pensar em José Dirceu, o grande companheiro e mentor de muitas ações do governo ... mas novamente a corrupção acabou com a possibilidade de colocar o Zé na disputa (GRAÇAS A DEUS).

Acabou o tempo de Lula no governo, e vejam como a história se repete. Se pensou assim: vamos pegar uma pessoa que seja dura em suas convicções e que tenha a imagem de ser dura contra a corrupção. Um pessoa que consiga ser firme o bastante para não ceder às dificuldades e dar continuidade ao governo ... apareceu o nosso Stálin: Dilma Vana Rousseff.

Ok, mas qual a semelhança com de Dilma e Stalin??? Ambos são conhecidos por serem duros com todos, e isso se comprova com os seguintes fatos:

- o ex-ministro José Dirceu já a chamou de "companheira de armas" (o que demonstra que ela gosta de uma briga);
- o presidente Hugo Chavez, grande apoiador de Dilma, fica feliz ao dizer que ela é "linha dura" ... se o Chavez pensa assim, aí tem coisa;
- a presidente nunca foi de nenhuma simpatia para lidar com a imprensa, nem mesmo durante o período eleitoral;
- o ex-vice-presidente José Alencar chegou a dizer que ela era "brava";
- a forma como lida com os membros do governo quando acusados de corrupção é sempre dura;
- o próprio PT já começa a não gostar do jeito duro da chefa;
- não é incomum (basta colocar no google) encontrar comparações de Dilma a Stalin na internet.

GRAÇAS A DEUS vivemos em um estado democrático de direito, pois se assim não fosse a ditadura  de Dilma seria tão complicada quanto a de Stalin, talvez não em relação ao número de mortes, mas com certeza haveria perseguição política e limitação da imprensa (que de certa forma estão tentando fazer).

Não é interessante como que, de alguma forma, a história se repete anos depois? Espero que essa semelhança fique nos pontos que citei acima ...
________________________________________________________ 
Fica autorizada a reprodução integral deste post, desde que citada a fonte conforme texto a seguir:
BRANDALISE, André Luiz de Oliveira, De alguma forma a história se repete, publicado em 03/04/12 no blog “André Brandalise” - http://alobrandalise.blogspot.com.br/2012/04/de-alguma-forma-historia-se-repete.html



Escrito por drweidman às 21h01
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Teólogos da corte


Em que momento a Igreja Católica foi seduzida e tornou-se uma Igreja composta por teólogos da corte -- aqueles que compõe o séquito do novo Príncipe, o Partido dos Trabalhadores? 



Escrito por drweidman às 20h23
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GERALDO VANDRÉ QUEBRA O SILÊNCIO APÓS 37 ANOS E FALA DA DITADURA


Enviado por  em 15/03/2011

FONTE; GLOBO NEWS-
PROGRAMA DOSSIÊ GLOBO NEWS
JORNALISTA-GENETON MORAES NETO



Escrito por drweidman às 13h49
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O autor do texto abaixo não aborda com profundidade as causas e razões que levaram o País ao período conhecido como "ditadura militar" (expressão sempre utilizada com fins pojorativos e por motivos óbvios). Mas não deixa de ser interessante refletir sobre algumas facetas daquele período, conforme aborda o autor do artigo.

DRW

" ... a obsessão em caracterizar a ditadura como apenas militar levou, e leva até hoje, a marcar o ano de 1985 como o do fim da ditadura, porque ali se encerrou o mandato do último general-presidente. A ironia é que ele foi sucedido por um politico — José Sarney — que desde o início apoiou o regime, tornando-se ao longo do tempo um de seus principais dirigentes…civis. ..".

 

 

A ditadura civil-militar

 

Por Daniel Aarão Reis*

 

 Tornou-se um lugar comum chamar o regime político existente entre 1964 e 1979 de “ditadura militar”. Trata-se de um exercício de memória, que se mantém graças a diferentes interesses, a hábitos adquiridos e à preguiça intelectual. O problema é que esta memória não contribui para a compreensão da história recente do país e da ditadura em particular. 

É inútil esconder a participação de amplos segmentos da população no golpe que instaurou a ditadura, em 1964. É como tapar o sol com a peneira. 

As marchas da Família com Deus e pela Liberdade mobilizaram dezenas de milhões de pessoas, de todas as classes sociais, contra o governo João Goulart. A primeira marcha realizou-se em São Paulo, em 19 de março de 1964, reunindo meio milhão de pessoas. Foi convocada em reação ao Comício pelas Reformas que teve lugar uma semana antes, no Rio de Janeiro, com 350 mil pessoas. Depois houve a Marcha da Vitória, para comemorar o triunfo do golpe, no Rio de Janeiro, em 2 de abril. Estiveram ali, no mínimo, a mesma quantidade de pessoas que em São Paulo. Sucederam-se marchas nas capitais dos estados e em cidades menores. Até setembro de 1964, marchou-se sem descanso. Mesmo descontada a tendência humana a aderir à Ordem, trata-se de um impressionante movimento de massas. 


 

Nas marchas desaguaram sentimentos disseminados, entre os quais, e principalmente, o medo, um grande medo. 

De que as gentes que marcharam tinham medo? 

Tinham medo das anunciadas reformas, que prometiam acabar com o latifúndio e os capitais estrangeiros, conceder o voto aos analfabetos e aos soldados, proteger os assalariados e os inquilinos, mudar os padrões de ensino e aprendizado, expropriar o sistema bancário, estimular a cultura nacional. Se aplicadas, as reformas revolucionariam o país. Por isto entusiasmavam tanto. Mas também metiam medo. Iriam abalar tradições, questionar hierarquias de saber e de poder. E se o país mergulhasse no caos, na negação da religião? Viria o comunismo? O Brasil viraria uma grande Cuba? O espectro do comunismo. Para muitos, a palavra era associada à miséria, à destruição da família e dos valores éticos. 

É preciso recuperar a atmosfera da época, os tempos da Guerra Fria. De um lado, os EUA e o chamado mundo livre, ocidental e cristão. De outro, a União Soviética e o mundo socialista. Não havia espaço para meios-termos. A luta do Bem contra o Mal. Para muitos, Jango era o Mal; a ditadura, se fosse o caso, um Bem. 

No Brasil, estiveram com as Marchas a maioria dos partidos, lideranças empresariais, políticas e religiosas, e entidades da sociedade civil, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Conferência Nacional dos Bispos Brasileiros (CNBB), as direitas. A favor das reformas, uma parte ponderável de sindicatos de trabalhadores urbanos e rurais, alguns partidos, as esquerdas. Difícil dizer quem tinha a maioria. Mas é impossível não ver as multidões — civis — que apoiaram a instauração da ditadura. 

A frente que apoiou o golpe era heterogênea. Muitos que dela tomaram parte queriam apenas uma intervenção rápida, brutal, mas rápida. Lideranças civis como Carlos Lacerda, Magalhães Pinto, Adhemar de Barros, Ulysses Guimarães, Juscelino Kubitschek, entre tantos outros, aceitavam que os militares fizessem o trabalho sujo de prender e cassar. Logo depois se retomaria o jogo politico, excluídas as forças de esquerda radicais. 

Não foi isso que aconteceu. Para surpresa de muitos, os milicos vieram para ficar. E ficaram longo tempo. Assumiram um protagonismo inesperado. Houve cinco generais-presidentes. Ditadores. Eleitos indiretamente por congressos ameaçados, mas participativos. Os três poderes republicanos eram o Exército, a Marinha e a Aeronáutica. Os militares mandavam e desmandavam. Ocupavam postos no aparelho de segurança, nas empresas estatais e privadas. Choviam as verbas. Os soldos em alta e toda a sorte de mordomias e créditos. Nunca fora tão fácil “sacrificar-se pela Pátria”. 

E os civis? O que fizeram? Apenas se encolheram? Reprimidos? 

A resposta é positiva para os que se opuseram. Também aqui houve diferenças. Mas todos os oposicionistas — moderados ou radicais — sofreram o peso da repressão. 

Entretanto, expressivos segmentos apoiaram a ditadura. Houve, é claro, ziguezagues, metamorfoses, ambivalências. Gente que apoiou do início ao fim. Outros aplaudiram a vitória e depois migraram para as oposições. Houve os que vaiaram ou aplaudiram, segundo as circunstâncias. A favor e contra. Sem falar nos que não eram contra nem a favor — muito pelo contrário. 

Na história da ditadura, como sempre, a coisa não foi linear, sucedendo-se conjunturas mais e menos favoráveis. Houve um momento de apoio forte — entre 1969 e 1974. Paradoxalmente, os chamados anos de chumbo. Porque foram também, e ao mesmo tempo, anos de ouro para não poucos. O Brasil festejou então a conquista do tricampeonato mundial, em 1970, e os 150 anos de Independência. Quem se importava que as comemorações fossem regidas pela ditadura? É elucidativa a trajetória da Aliança Renovadora Nacional — a Arena, partido criado em 1965 para apoiar o regime. As lideranças civis aí presentes atestam a articulação dos civis no apoio à ditadura. Era “o maior partido do Ocidente”, um grande partido. Enquanto existiu, ganhou quase todas as eleições. 

Também seria interessante pesquisar as grandes empresas estatais e privadas, os ministérios, as comissões e os conselhos de assessoramento, os cursos de pós-graduação, as universidades, as academias científicas e literárias, os meios de comunicação, a diplomacia, os tribunais. Estiveram ali, colaborando, eminentes personalidades, homens de Bem, alguns seriam mesmo tentados a dizer que estavam acima do Bem e do Mal. 

Sem falar no mais triste: enquanto a tortura comia solta nas cadeias, como produto de uma política de Estado, o general Médici era ovacionado nos estádios. 

Na segunda metade dos anos 1970, cresceu o movimento pela restauração do regime democrático. Em 1979, os Atos Institucionais foram, afinal, revogados. Deu-se início a um processo de transição democrática, que durou até 1988, quando uma nova Constituição foi aprovada por representantes eleitos. Entre 1979 e 1988, ainda não havia uma democracia constituída, mas já não existia uma ditadura. 

Entretanto, a obsessão em caracterizar a ditadura como apenas militar levou, e leva até hoje, a marcar o ano de 1985 como o do fim da ditadura, porque ali se encerrou o mandato do último general-presidente. A ironia é que ele foi sucedido por um politico — José Sarney — que desde o início apoiou o regime, tornando-se ao longo do tempo um de seus principais dirigentes…civis. 

Estender a ditadura até 1985 não seria uma incongruência? O adjetivo “militar” o requer. 

Ora, desde 1979 o estado de exceção, que existe enquanto os governantes podem editar ou revogar as leis pelo exercício arbitrário de sua vontade, estava encerrado. E não foi preciso esperar 1985 para que não mais existissem presos políticos. Por outro lado, o Poder Judiciário recuperara a autonomia. Desde o início dos anos 1980, passou a haver pluralismo politico-partidário e sindical. Liberdade de expressão e de imprensa. Grandes movimentos puderam ocorrer livremente, como a Campanha das Diretas Já, mobilizando milhões de pessoas entre 1983-1984. Como sustentar que tudo isto acontecia no contexto de uma ditadura? Um equívoco? 

Não, não se trata de esclarecer um equívoco. Mas de desvendar uma interessada memória e suas bases de sustentação. 

São interessados na memória atual as lideranças e entidades civis que apoiaram a ditadura. Se ela foi “apenas” militar, todas elas passam para o campo das oposições. Desde sempre. Desaparecem os civis que se beneficiaram do regime ditatorial. Os que financiaram a máquina repressiva. Os que celebraram os atos de exceção. O mesmo se pode dizer dos segmentos sociais que, em algum momento, apoiaram a ditadura. E dos que defendem a ideia não demonstrada, mas assumida como verdade, de que a maioria das pessoas sempre fora — e foi — contra a ditadura. 

Por essas razões é injusto dizer — outro lugar comum — que o povo não tem memória. Ao contrário, a história atual está saturada de memória. Seletiva e conveniente, como toda memória. No exercício desta absolve-se a sociedade de qualquer tipo de participação nesse triste — e sinistro — processo. Apagam-se as pontes existentes entre a ditadura e os passados próximo e distante, assim como os desdobramentos dela na atual democracia, emblematicamente traduzidos na decisão do Supremo Tribunal Federal em 2010, impedindo a revisão da Lei da Anistia. Varridos para debaixo do tapete os fundamentos sociais e históricos da construção da ditadura. 

Enquanto tudo isso prevalecer, a História será uma simples refém da memória, e serão escassas as possibilidades de compreensão das complexas relações entre sociedade e ditadura. 


DANIEL AARÃO REIS é professor de História Contemporânea da UFF

Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/posts/2012/03/31/a-ditadura-civil-militar-438355.asp

 

 



Escrito por drweidman às 13h19
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SÓ SE FALA DA DITADURA ??? E A GUERRILHA QUE MATOU E MUTILOU CIVIS INOCENTES, ALÉM DE MATAR MILITARES TAMBÉM ??? E SEQUESTRAR E MATAR ESTRANGEIROS, INCLUSIVE DIPLOMATAS QUE SE ENCONTRAVAM NO BRASIL??? E SEQUESTRAR E DESVIAR AVIÕES COMERCIAIS PARA CUBA???

A HISTÓRIA RECENTE BRASILEIRA SOMENTE SERIA EFETIVAMENTE "PASSADA A LIMPO" SE FOSSEM APURADOS E REVELADOS OS CRIMES PRATICADOS SOB O MANTO DE "LUTA PELA DEMOCRACIA"...

LAMENTÁVEL QUE ESTEJAM, NA VERDADE, "REESCREVENDO A HISTÓRIA" PARA SER CONTADA APENAS A VERSÃO QUE INTERESSA AOS QUE TOMARAM O PODER.

EU VIVI E SOFRI AQUELA ÉPOCA. SEI BEM QUE HOJE ESTÁ SENDO OCULTADA A VERDADE.

LAMENTÁVEL. PROFUNDAMENTE LAMENTÁVEL

DRWeidman

 

 

 

 

Gabeira diz a verdade sobre a guerrilha: pegar em ditadura do proletariado!

 

Clique para assistir o que os "socialistas" não querem admitir nem divulgar.

http://www.youtube.com/watch?v=Lkc766dDwhY&feature=relmfu

 

Nesse vídeo Fernando Gabeira fala, honestamente, sua a atuação da guerrilha. Deixa claro, que tanto ele quanto os outros que pegaram em armas contra a ditadura militar, não podem dizer que lutavam pela democracia. Gabeira diz que muitas pessoas estavam fazendo resistencia pela democracia no Brasil, mas eles do movimento armado não.

Categoria:

Sem fins lucrativos/ativismo

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Escrito por drweidman às 09h33
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Graça Salgueiro revela quem é Carlos Beltrão do Valle, o falso órfão que gritava histrionicamente “eles mataram meu pai!” durante a série de agressões cometidas contra militares da reserva, no dia 29, no Rio. A jornalista também traz informações sobre Luiz Felipe Monteiro Garcez, o “Pato”, petista de carteirinha que covardemente cuspiu no coronel-aviador Juarez Gomes.


No passado 29 de março, o País viu estarrecido uma manifestação grotesca, abjeta e vil, onde primaram o desrespeito e a falta de educação por parte de uma turba de aproximadamente 300 pessoas, a maioria jovens entre 16 e 20 e poucos anos, que agrediam com insultos e cusparadas a octogenários militares que entravam ou saíam do Clube Militar.

Chamou-me a atenção em particular a forma teatral como se manifestavam, sem perceber que serviam de idiotas úteis para interesses outros, desconhecidos deles. Não foi surpresa tomar conhecimento, depois, que os “manifestantes pela verdade” foram pagos para representar, não se sabe por quem, embora possamos imaginar. Um oficial que participou infiltrado entre os manifestantes viu e ouviu ao final da balbúrdia um homem de terno e gravata que telefonava para alguém e relatava sua satisfação com o “sucesso” do evento. Elogiava o “vigor” com que os manifestantes gritavam e mostravam ódio aos militares - embora sequer soubessem quem eles eram e muito menos quais seriam seus “feitos assassinos” - e pedia ao interlocutor que enviasse o dinheiro rapidamente para pagar pelos bons serviços prestados da turba delirante.

 Cel-Amerino-heri-da-FEB

Coronel de Artilharia (R) Amerino Raposo Filho, integrante da Força Expedicionária Brasileira, é agredido verbalmente por "estudante" comunista que sequer sabe quem é e o que fez este herói nacional.

Na nota que escrevi antecedendo o artigo do Aluizio Amorim, me perguntava perplexa se não seria uma cena teatral aquele rapaz que aparece no vídeo deitado no chão, gritando para os policiais “eles mataram meu pai!”, uma vez que ele é muito jovem para que tal fato acontecesse no período em que os militares governaram. Com a ajuda de um grupo de amigos descobrimos que, de fato, tudo não passava de encenação. O jovem, supostamente órfão, chama-se Carlos Beltrão do Valle, tem 29 anos, cursa o mestrado de “Memória Social” e tem pai, além de uma irmã e um irmão, todos vivos, saudáveis e trabalhando.

Seu pai, o engenheiro Romildo Maranhão do Valle, foi membro do Partido Comunista Revolucionário Brasileiro (PCBR), uma dissidência guerrilheira do PCB fundada em 1964. Seu tio, Ramires Maranhão do Valle, também fazia parte da organização terrorista e foi morto em 27 de outubro de 1973, quando entrou em confronto com a Polícia, na Praça Combate, em Jacarepaguá. Ranúsia Alves Rodrigues havia sido presa naquela manhã e já no primeiro depoimento contou os vários assaltos que o bando havia praticado e que naquela noite haveria um “ponto” [1] no local acima citado. Na chegada ao ponto, Ranúsia e os policiais foram recebidos a bala, havendo o confronto no qual os quatro integrantes do Comando Central (Ranúsia, Ramires, Almir e Vitorino) morreram.

Portanto, "a família inteira assassinada pelo Regime Militar", por quem este rapaz clama no vídeo para justificar sua presença naquele ato de vandalismo, resume-se a um tio seu, que ele sequer conheceu, e que não era nenhum homem de bem, mas um terrorista morto em combate e que havia assassinado o delegado Octávio Gonçalves de Oliveira, covardemente pelas costas, numa ação conjunta com a ALN e a VAR-PALMARES, em 25 de fevereiro de 1973. Teria assassinado covardemente, também pelas costas, Salatiel Teixeira Rollins, ex-membro do Comando Central que havia saído da prisão um ano antes, em 22 de julho de 1973; participou do assalto ao Banco Francês-Brasileiro em Porto Alegre, em 14 de março de 1973; em 4 de junho, junto com a ALN e a VAR-PALMARES, do assalto ao “Bob’s” de Ipanema; e, em 29 de agosto do mesmo ano, do assalto a uma clínica médica em Botafogo, no Rio [2]. 

Quanto ao rapaz que desfere uma cusparada no coronel-aviador Juarez Gomes, quando saía do evento no Clube Militar, é um desocupado profissional, de 25 anos de idade, de nome Luiz Felipe Monteiro Garcez, cognome “Pato”, estudante do curso “Produção Cultural” do IFRJ desde 2010 e freqüentador do Diretório do PT no Rio de Janeiro. Seu último emprego foi um cargo comissionado de Assistente Executivo de Projetos Especiais no município de Maricá (RJ), nomeado pelo prefeito Washington Luiz Cardoso Siqueira, do PT.

Em seu blog “Pato” escreveu em 2008: “Fiz parte do movimento estudantil secundarista. Hoje porém por culpa dos estudos acabei me afastando dele. Porém pretendo me engajar no movimento estudantil universitário” (sic). E ainda em seu mural do FaceBook ele admitiu orgulhoso, várias vezes, que cuspiu em um idoso indefeso e que sequer lhe dirigiu a palavra, e o faria de novo.

Desses dois elementos temos as fichas completas com riqueza de detalhes, mas o objetivo deste artigo é apenas demonstrar a farsa da dor dos que se manifestavam em honra de seus parentes, mortos ou desaparecidos pelos “assassinos” e “torturadores” militares que se encontravam naquele dia no Clube Militar, que, diga-se de passagem, não estavam ali para “comemorar” a data histórica de 31 de Março, mas para debater, junto com conferencistas civis, e levar ao público assistente a verdadeira história que a tal “Comissão da Verdade” quer omitir e que não são nem nunca foram acusados de crime algum. E são dados como os citados acima que a tal comissão nega-se, peremptoriamente, não só a ouvir mas permitir que o público tome conhecimento. Será que Carlos Beltrão conhece o passado desse seu tio, um criminoso covarde que assassinava pelas costas, sem qualquer chance de defesa, pessoas que ele considerava seus inimigos? E Luiz Felipe, conhece o que esta gente praticou e de que maneira morreu, ao defendê-las expelindo tanto ódio?

É isto que a tal “comissão” pretende: esconder a verdade dos fatos e usar, mais uma vez, jovens ignorantes e manipuláveis para servir de bucha de canhão para seus propósitos sórdidos, mas, como a mentira tem as pernas curtas, não podemos permitir que toda a população permaneça nessa ignorância defendendo bandidos sanguinários como se fossem vítimas imoladas no altar da liberdade e da democracia. 


Notas: 

 

[1] “Ponto” era o lugar combinado para os encontros, previamente acertado pelos terroristas.

[2] Conforme informações constantes do “O livro negro do terrorismo no Brasil”, pags. 767 e 768

Fonte: http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/noticiasfaltantes/denuncias/12953-as-pernas-curtas-da-mentira.html

 



Escrito por drweidman às 09h24
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miltares ae fabio motta 29032012

A baderna ocorrida no Rio de Janeiro contra o Clube Militar, antecipa o que está por acontecer no Brasil que, sob o domínio de Lula, do PT e seus
sequazes, se encaminha para transformar-se numa nova república comunista.


Comentário de Graça Salgueiro:
No último dia 29 de março os militares, que foram proibidos de fazer qualquer manifestação alusiva ao 31 de Março, resolveram realizar uma conferência acerca da histórica data no Clube Militar no Rio de Janeiro, uma vez que aquele clube não está subordinado às Forças Armadas por ser uma entidade civil. Entretanto, o evento foi marcado por um enorme tumulto em frente ao prédio, onde jovens que sequer eram nascidos e tudo o que sabem a respeito da ditadura lhes foi ensinado pelos mesmos antigos comunistas que queriam instalar uma ditadura comunista em nosso país e que, hoje anistiados, tornaram-se professores de escolas, universidades, articulistas da grande mídia, etc.

O texto abaixo, de autoria de Aluízio Amorim, faz uma análise acurada sobre como foi noticiado o fato pelo jornal “O Globo”, e abaixo dele pode-se assistir a um vídeo sobre a manifestação. Nele, vê-se um moleque assediando o herói nacional Coronel Lício Maciel, e outro que se deita histericamente no chão e quando levantado pela Polícia diz “meu pai foi assassinado por eles e eu tenho que reagir!”. Custa a crer que a cena não é teatral, considerando-se a pouca idade do manifestante. E em fotos publicadas por outros jornais, vê-se um moleque atrevido cuspindo no Coronel-Aviador Juarez Gomes. Todos octogenários.

Conforme venho denunciando há anos, e os leitores do Mídia Sem Máscara são testemunhas, este ato insolente e grotesco é apenas o início da perseguição visível e escancarada a que vão ser submetidos todos os militares que combateram o terrorismo e a subversão entre 1964 e 1983, e que pretende tão-somente, alijá-los do benefício da Lei de Anistia para condená-los e encarcerá-los como “bandidos”, “torturadores”, “assassinos”, como já ocorre em vários países sul-americanos.

Não foi por falta de aviso. O pior está por vir e isto foi apenas um trailer do que esta gente pretende, e não duvido que conseguirá, lamentavelmente, porque os militares não souberam se impor e acreditaram em palavra de comunista.

Graça Salgueiro

  
PT e seus satélites comunistas insultam militares e promovem a guerrilha urbana no Rio de Janeiro
Aluízio Amorim

Esta matéria do site de O Globo inicia o lead afirmando que a revolução de 31 de março de 1964 implantou uma ditadura. Mas não foi isso que aconteceu. Quem viveu essa época sabe muito bem que o movimento democrático de 31 de março, que teve amplo apoio da população, foi levado a efeito pelos militares que não tiveram outra saída que não fosse intervir no processo político para restabelecer a ordem e a segurança nacional. Se fraquejassem o Brasil hoje seria uma republiqueta no estilo de Cuba. 

Houve na verdade uma guerra contra canalha comunista. Essa mesma canalha que hoje domina boa parte da América Latina como se vê em Cuba, Venezuela, Equador, Bolívia, Nicarágua, Uruguai, Argentina e agora também no Peru. 

Em todos esses países as liberdades civis estão sendo pisoteadas, a imprensa é perseguida, as Forças Armadas são denegridas e a lei e a ordem são escarnecidas pela bandalha comunista.

Esta ação é coordenada pelo Foro de São Paulo, organização comunista que fornece as diretrizes de ação para o desmonte das instituições democráticas em todo o continente e foi criada aqui no Brasil, em São Paulo, sob os auspícios do PT. 

Em todos esses países os cidadãos vivem um estado de violência permanente, já que os comunistas abençoam os bandidos, como os narcoterroristas das FARC que fazem parte do Foro de São Paulo, organização fundada por Lula, o PT e seus sequazes, juntamente com gente do nível de Hugo Chávez e dos criminosos das FARC.

O Brasil segue o mesmo caminho dessas republiquetas, ajudado por uma imprensa servil e cupincha do movimento comunista internacional. As redações dos veículos de comunicação são todas controladas pelos comunistas. Tanto é que a grande imprensa só noticia coisas que não têm nenhum interesse. Opinam sobre o Big Brother da Rede Globo e dão notícias de novelas e bobagens correlatas. 

No que se refere ao que interessa, que é a política, os jornalistas e seus veículos de comunicação tergiversam e promovem a inversão de valores numa permanente lavagem cerebral da população. Nas escolas e universidades ocorre a mesma coisa.
Instituições democráticas como as Forças Armadas e as polícias são alvo de ataques permanentes dos jornalistas comunistas que controlam toda a informação.

A baderna ocorrida no Rio de Janeiro nesta tarde contra o Clube Militar, antecipa o que está por acontecer no Brasil que, sob o domínio de Lula, do PT e seus sequazes, se encaminha para transformar-se numa nova república comunista a exemplo daquelas que listei acima.

Os comunistas há anos vêm reescrevendo a história do Brasil, falsificando-a de forma vil e sorrateira, no que são ajudados por um jornalismo mentiroso. 
Chegará um momento em que toda a nova geração brasileira terá sofrido uma completa lavagem cerebral e ela mesma defenderá o fim da democracia e da liberdade.

Hoje foram, segundo se noticia, cerca de 300 bate-paus que assacaram contra o Clube Militar. Mais adiante serão milhares de idiotas a serviço do movimento comunista internacional. 

Aí qualquer reação soará como algo insólito e fora de lugar. Democratas liberais serão taxados como exóticos doentes mentais e encaminhados para os hospícios do Estado Comunista. 

E, por isso, o Brasil e todo o continente latino-americano continuarão a ser habitados por autômatos orelhudos já impossibilitados de enxergar a realidade além do próprio nariz.

 

http://aluizioamorim.blogspot.com.br

Fonte: http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/12937-como-exercer-a-democracia-e-o-pluralismo-na-visao-comunista.html

 



Escrito por drweidman às 09h23
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Este texto reflete, exatamente, o meu pensamento.

Estava me inquietando com a demora em aparecer artigos expondo a realidade nua e crua por trás do atual teatro da tragédia nacional.
Atentem que o problema maior não é o Demóstenes Torres ser apanhado em tremendas falcatruas. Deveria ser assim com todos os demais que estão na mesma linha de prática.
O problema de fato está em que se montou no Brasil um sistema policialesco que visa somente derrotar e destruir os que não compões a base aliada.
Talvez um dia venha a público (o que vai ser difícil, mas espero) o que está acontecendo com a Polícia Federal e demais órgãos de investigação. Tenho conversado com Delegados da Polícia Federal e acompanhado as ações do "MInistério da Justiça" e descoberto coisas aterradoras.
Por exemplo: a Polícia Federal, desde o final do governo Lula, não pode mais realizar investigações livremente. Primeiro tem que comunicar ao Ministro da Justiça e este autoriza ou não... Curiosamente, desde que assim foi determinado por regras internas do Ministério doa Justiça/Polícia Federal, não se apurou mais nenhum crime praticado pelos que estão ligados ao governo. Só se apura os crimes dos opositores.
Com isso creio que entenderão o contexto do artigo abaixo.

DRWeidman

A fraqueza de políticos como Demóstenes Torres é ignorar que não estão mais numa realidade democrática elementar.


Curioso o alarido histérico de parte da imprensa em torno do senador Demóstenes Torres, que acaba de sair do DEM. Não que os pecados dele devam ir para debaixo do pano. Todavia, o pecado maior não foi o de ser amigo de um delinqüente vulgar, de um bicheiro de caça-níqueis. O pecado maior mesmo foi de não ter sido amigo de delinqüentes bem maiores. E, lembremos delinqüentes maiores de esquerda. Alguém supera o PT neste ínterim? Duvido.

As safadezas do governo Lula e Dilma são coisas de crime organizado, perto das delinqüências menores de pivete de Demóstenes. Lula e Dilma podem ser amigos do tiranete Hugo Chávez, do narcotraficante Evo Morales, dos terroristas das FARCs, do fanático islâmico Ahmadinejad ou do jurássico stalinista do Caribe, Fidel Castro. Ou bem menos, podem ser amiguinhos de Zé Dirceu e Marcos Valério. Mas na imprensa, tudo isso é só silêncio...

Quase sempre desconfio de marchas contra a corrupção. Pois, no final das contas, por trás de tais moralismos, sempre há um corrupto acusando o outro. Neste caso particular, os petistas se promoveram justamente com a tal “ética na política”, criando dossiês e fábrica de espionagem na vida privada alheia, parasitando os podres alheios, enquanto escondiam os seus. Criaram uma ética de delação generalizada, digna dos piores esquemas de patrulhamento soviético.

E foi assim que movimentaram uma turba estudantil de moleques analfabetos funcionais de cara pintada, para fazer coro à derrubada do ex-presidente Collor de Mello. Essa mesma juventude cretina e ignorante, que cospe na cara de inermes velhinhos militares da Reserva, enquanto bajulam e cantam loas à memória de terroristas, assaltantes de bancos e assassinos comunistas.

Concomitante a isso, o PT nos brindou com o mais ardiloso esquema de corrupção que a república presenciou em sua história, o mensalão. Isto porque o esquema petista foi apenas a ponta do iceberg de um completo e descarado aparelhamento do Estado pelo partido.  A imprensa, com algumas exceções notáveis, foi condescendente com as falcatruas monumentais do governo. Aliás, foi por causa dela (além da covardia da oposição), que Lula conseguiu se reeleger e ainda colocar sucessora, um poste chamado Dilma.

Foi diferente com Demóstenes? Sim. A Polícia Federal agiu como a KGB, quebrando a sua privacidade, sem qualquer reserva legal. E o STF, omisso, quase pondo na gaveta o processo das falcatruas petistas, foi rápido no ataque ao senador. Quebrou seu sigilo bancário e concluiu a destruição de sua reputação.

Surpreendente foi o posicionamento do DEM com relação a Demóstenes. O partido pediu sua cabeça e a deu de bandeja para os inimigos. Talvez o “problema” dos democratas é que seu espírito de máfia é fraco demais ou talvez ainda sobre uma certa aparência de decoro público. Decoro, inclusive, com o próprio governo, já que a oposição demonstra uma apática e infame covardia. Lula foi bem mais blindado pelos seus acólitos de partido, quando cinicamente dizia que o mensalão não existia e que não sabia de nada. Ou será que alguém acredita que o ex-presidente, com seu entourage todo envolvido com a bandalheira mensaleira, e com José Dirceu, depois cassado, não sabia de nada mesmo? Nem era necessária uma gravação para derrubar o ex-presidente. Bast ava o Congresso vergonha na cara, e acabaria com a carreira do PT. Ultimamente, porém, o Congresso prefere cassar ladrões de galinha ou batedores de carteira.

Mas não me iludo com políticos como Demóstenes Torres, ainda que tenha sido um grande estrago para uma oposição cada vez mais insignificante. A fraqueza de políticos como ele é ignorar que não estão mais numa realidade democrática elementar. Daí ter sido espionado e massacrado com relativa facilidade. Por isso, não me surpreendente mais a desproporção do caso. Dentro de uma república cada vez mais deformada, no que diz respeito ao cumprimento da legalidade, o pecado maior do senador foi não ter sido petista. Ou melhor, ter sido opositor do governo. Claro está que aos amigos tudo, aos inimigos, a lei.

E o jugo da lei está nas mãos do PT.

Fonte: http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/12949-aos-amigos-tudo-aos-inimigos-a-lei.html



Escrito por drweidman às 09h18
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